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O que dizem os especialistas sobre o Mercado Imobiliário para 2019

Em 2013, no ápice da recessão da economia nacional, o mercado imobiliário recuou 50% do seu patamar máximo. Hoje, no fim de 2018, depois de certa recuperação, encontra-se a 60% do valor atingido em 2013 e, após medidas tomadas pelo Conselho Monetário Nacional (CMN) com o intuito de aumentar os recursos e ampliar os financiamentos com FGTS até R$ 1,5 milhão, a previsão é que o setor de imóveis retome o crescimento em 2019.

No cenário macroeconômico, a taxa básica de juros deve girar em 8% ao ano, e a inflação prevista será de 3% a 4%. Com isso, as perspectivas dos especialistas é que a economia geral volte a se desenvolver, trazendo progresso ao mercado imobiliário.

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ALGUMAS MEDIDAS DEVEM AQUECER O MERCADO IMOBILIÁRIO EM 2019

Além do aumento de recursos pelo CMN, outras diligências do setor trarão mais lucro para quem deseja investir em imóveis em 2019.

• Juros mais baixos e mais poder de negociação

A queda da inflação, o aumento da massa real de venda, o recuo dos juros e o menor preço dos imóveis impulsionaram o crescimento das vendas em 2017 (9,4%), fazendo com que o avanço interanual (2017/2018) ficasse em 22,3% no primeiro trimestre. O poder de negociação do comprador e as facilidades dos financiamentos também tiveram grande responsabilidade nesse crescimento.

• Diminuição do endividamento e aumento da confiança do consumidor e do mercado

Entre 2017 e 2018, a confiança do consumidor aumentou gradativamente, e houve uma perspectiva de melhora do ambiente econômico, o que impulsionou a demanda por crédito de longo prazo, como os financiamentos habitacionais. Isso aumentou a quantidade de imóveis financiados com recursos da poupança.

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• Estímulo ao crédito e financiamentos com taxas e juros negociáveis

O Conselho Monetário Nacional (CMN) manteve os 65% dos recursos da poupança destinados a financiamentos habitacionais, mas flexibilizou o crédito, extinguindo a regra que previa que 80% desse recurso deveriam ser, obrigatoriamente, usados pelo Sistema Financeiro Habitacional (SFH).

Quanto às taxas e aos juros do financiamento habitacional, que hoje são reajustados pela Taxa Referencial (TR), poderão ser negociados. O aumento no teto de financiamento com recursos do FGTS, que passou de R$ 950 mil para R$ 1,5 milhão; e para financiamentos com recursos da poupança, não há mais limite, ou seja, o imóvel pode ser avaliado em qualquer valor. Com a adoção do fator multiplicador de 1.2 no volume de crédito da operação, há tendência de crescimento de financiamentos de imóveis de menor valor.

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