Viver & Conviver em Apartamento: confira dicas, informações e matérias

Quarto compartilhado: Como decorar esse ambiente para seus filhos

Dividir o quarto com irmão é uma experiência enriquecedora, mas é preciso manter a individualidade de cada um.

Irmãos costumam ser nossos primeiros (e muitas vezes eternos) melhores amigos. Eles são mais um forte elo familiar, ensinam valores como empatia, cumplicidade e lealdade. Psicólogos tendem a ser unânimes quando falam da importância dos laços de fraternidade: ter irmão nos prepara para as competições; ensina a dividir e a aceitar as diferenças.

São essas diferenças que devem ser respeitadas quando se trata de mobiliar e decorar um quarto dividido entre irmãos. As personalidades e gostos de cada um precisam ser levados em consideração e, mesmo que a decoração siga um padrão “neutro”, é interessante reservar um cantinho para que cada um decore do seu jeito.

Veja nossas dicas para fazer do quarto compartilhado um espaço de intimidade e afeto entre irmãos.

 

Quarto compartilhado para meninos

Quem opta por decorações clássicas, em um quarto para dois (ou mais) irmãos meninos, pode-se abusar de cores e temas que, tradicionalmente, fazem parte do universo masculino: futebol, carros e muito azul.

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Quarto compartilhado para meninas

Da mesma forma, quando duas irmãs dividem o quarto, a decoração costuma ter uma pegada mais feminina e delicada, com cor de rosa e temas fofos, por exemplo, princesas, bonecas, ballet.

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Quarto compartilhado neutro

Antes usado em quartos compartilhados entre menino e menina, temas e tons sem distinção de gênero têm sido preferidos por pais que desejam criar um ambiente mais livre e moderno, com muitas cores e objetos que devem ser compartilhados sem tantas regras, ou seja, um espaço para que as crianças possam viver plenamente a infância desde o espaço do quarto.

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Tendências de quartos compartilhados

Padrões sem distinção de gênero e idade

Se, há alguns anos, a tendência era seguir um padrão “princesa” para meninas e “super-heróis” para meninos, os quartos, atualmente, tendem a ter mais a cara de seus moradores, sendo decorados com seus brinquedos e hobbies preferidos. Quadros, cortinas e enxoval não precisam mais seguir temáticas infantis: estampas geométricas, texturas étnicas, cores vibrantes e até preto & branco compõem as decorações com estilo mais contemporâneo e podem ser usadas em todas as idades. Ou seja, com poucas mudanças, o quarto acompanha o crescimento dos filhos sem a necessidade de grandes reformas.

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Método montessoriano

O método criado por Maria Montessori tem como base pilares que valorizam a independência da criança em todas as idades. Partindo desses princípios, um quarto montessoriano apresenta móveis baixos, garantindo que a cama, os livros, os brinquedos, as mesinhas para atividades etc. possam ser alcançados pelas crianças sempre que desejarem.

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Madeira e decoração orgânica

Antes restritos a “ambientes de adultos”, a madeira e outros elementos orgânicos (inspirados na natureza, como vime, junco, lãs cruas, florais etc.) estão em alta também para o quarto das crianças, mesclando conceitos de sustentabilidade com muito estilo e conforto.

 

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4 bons motivos para trocar sua casa por um apartamento

Você mora em uma casa e está pensando na possibilidade de mudar para um apartamento? Saiba que existem vantagens significativas para fazer essa troca, principalmente se chegou a hora de ter menos trabalho e mais segurança.

Quem mora em casa sabe que o espaço disponível e privacidade são melhores quando comparados aos apartamentos, porém em algumas fases da vida é melhor ter uma estrutura completa à disposição sem se preocupar com a contratação de serviços, manutenção e gastos inesperados.

Trocar uma casa por um apartamento é a melhor decisão em alguns casos, entre eles quando um casal já tem filhos adultos e que não moram mais juntos, quando passam algum tempo por ano viajando ou quando querem simplesmente usufruir da comodidade que um condomínio completo oferece. Confira os quatro principais motivos para trocar sua casa por um apartamento sem medo de se arrepender.

 

morar em apartamento dá menos manutenção

 

1 – Menos trabalho de manutenção

Quem vive em casa sabe que os custos do imóvel são altos. Manter a estrutura da casa exige atenção constante com a parte hidráulica, elétrica, pintura, cuidados com o terreno, telhado e por aí vai… Eventualmente surge uma emergência e um gasto inesperado. Os moradores de condomínios contem com a manutenção geral do prédio não precisando se preocupar com a limpeza das áreas comuns, a jardinagem, reformas e outros assuntos técnicos. Os custos são diluídos entre todos condôminos e pagos mensalmente com a taxa do condomínio, que, assim como em uma casa são gastos comuns da moradia.

 

morar em apartamento traz mais segurança

2 – Segurança

Viver em um condomínio traz mais segurança do que morar em uma casa. A maioria dos prédios contam com um sistema de câmeras e monitoramento com portaria e funcionários dedicados ao controle de entrada e saída de pessoas e uma equipe constantemente atenta às necessidades dos moradores. Quem mora em casa até pode instalar um sistema desses de segurança, porém o custo será muito elevado. Se você gosta de passar os finais de semana e temporada de verão na casa de praia ou de viajar com frequência sabe que manter seu imóvel seguro é fundamental, neste aspecto o apartamento oferece muito mais vantagens.

 

área de lazer completa

3 – Área de lazer

Os condomínios residenciais que estão sendo lançados nos últimos anos oferecem estruturas de clube completas! Piscina, academia, salão de festas, espaço gourmet, brinquedoteca e muito mais. Em uma casa você até pode criar ambientes de lazer, mas ter tudo isso ao seu dispor é muito mais vantagem, inclusive financeiramente falando, com todas essas opções sempre à disposição não precisa pagar para se exercitar fora do condomínio e os finais de semana são muito mais divertidos para receber amigos e familiares.

 

fazer amizade com os vizinhos

4 – Possibilidade de relacionamento

Morar em um prédio de apartamentos é uma ótima chance de fazer amizades em qualquer fase da vida. Quem está recém-casado pode conhecer outros casais na mesma situação. Para as famílias que têm filhos em idade escolar muitas vezes compartilham não só do condomínio como também do colégio. Já os casais que voltaram a morar sozinhos porque os filhos foram para suas próprias casas sabem que encontrar vizinhos com interesses e afinidades iguais é uma alegria. Aos poucos os relacionamentos vão se fortalecendo e logo um grande grupo se forma para aproveitar os benefícios de morar em um condomínio.

Mude para um apartamento

Se você nunca morou em apartamento mas está considerando essa ideia saiba que as vantagens vão muito além dessas. Talvez no começo sinta um pouco de saudade de um terreno para plantar, de fazer suas próprias regras sem precisar depender do regulamento interno, porém o tempo que irá sobrar por não precisar se preocupar com a manutenção da casa vai dar a chance de aproveitar mais seus dias.

Gostou da ideia? Conheça os empreendimentos que a Construtora OK está lançando e converse com um corretor. Tire suas dúvidas a respeito da dinâmica em um condomínio e compre um apartamento na planta, assim vai ter tempo de pensar em todos os detalhes desta mudança.

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Cuidado, criança! Dicas para manter a casa segura para os pequenos

Quem tem criança em casa sabe que basta um mínimo descuido para o caos se instalar ou, mais grave, para que aconteça algum acidente.

Como os pequenos não têm noção dos riscos e do perigo, é preciso muita atenção e alguns cuidados para deixar os ambientes seguros para eles.

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Cozinha

A cozinha é, sem dúvida, o lugar mais perigoso da casa! Gás, fogo e eletrodomésticos elevam o risco de acidentes. Para evitar problemas mais graves:

– escolha eletrodomésticos com travas de segurança;

– verifique o sistema antivazamento de gás;

– desligue da tomada forno elétrico, micro-ondas e outros aparelhos que não estiverem em uso;

– instale armários com portas corrediças com amortecimento, para evitar que tranquem dedos, mãos ou pés;

– nunca deixe vidros, facas e outros objetos cortantes em armários baixos;

– produtos de limpeza devem ficar em armários altos, de preferência trancados;

– cuidado com cadeiras e banquetas, que podem ser usadas para “alcançar” algum objeto no alto.

 

Pisos e tapetes

O ideal é abolir os tapetes, pelo menos os menores, que se deslocam mais facilmente, quando se tem crianças menores em casa. A partir dos seis anos, quando já não correm tanto e conseguem tomar mais cuidado ao andar, os tapetes não são mais tão perigosos.

Nos ambientes de maior circulação de crianças, principalmente quando engatinham ou estão aprendendo a andar, invista em pisos emborrachados, que amortecem as quedas.

 

Portas, janelas e escadas

Todos os acessos à rua precisam estar sempre trancados, sem chaves na maçaneta; protetores de espuma evitam trancamentos de membros. Também é preciso bloquear o acesso a escadas, que devem ser protegidas com telas, ter corrimão e fita antiderrapante no piso.

Janelas, mesmo em andares baixos, devem ter redes de proteção e, mesmo assim, é bom que as crianças só se aproximem delas sob o cuidado de um adulto.

Tomadas e aparelhos elétricos

Os buracos das tomadas são um convite aos dedinhos curiosos dos pequenos, podendo causar graves acidentes e até levar à morte. Por isso, independentemente da idade da criança, mantenha tomadas protegidas.

Revise, periodicamente, a fiação dos ambientes, para confirmar que não há fios soltos, e dos eletrodomésticos, que podem causar pequenos curtos.

Mobília e decoração

Móveis mais leves devem estar bem fixados, para evitar que caiam se forem puxados. As quinas precisam ser protegidas com ponteiras plásticas ou de silicone. Gavetas e portas precisam ter dispositivo antitrancamento, e objetos de decoração pequenos, que possam ser engolidos, devem ser evitados ou ficar em locais fora do alcance das crianças.

Além disso, é preciso ter cuidado extra com piscinas e banheiras, já que o risco de afogamento é muito alto, e os acidentes desse tipo costumam acontecer muito rapidamente.

 

Veja como otimizar o espaço do seu apartamento e saiba quais as plantas mais indicadas para quem tem crianças em casa.

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Horta orgânica

Que tal cultivar sua própria horta orgânica em casa?

Plantar temperos e hortaliças na própria casa pode ser um prazeroso hobby que traz bons momentos e saúde para as refeições em família. Preparar a terra, escolher as sementes e acompanhar o crescimento das plantas é tão gostoso quanto saborear um vegetal fresquinho e livre de agrotóxicos.

Você pode criar uma parede verde na varanda, na cozinha, no quintal, mas o melhor é que qualquer pessoa, em qualquer pequeno apartamento, pode ter sua própria horta, basta um ou alguns vasos ou floreiras pra começar, e você encontra o material necessário em qualquer loja de jardinagem.

  1. Escolha o local – Para ervas e temperos, em geral, escolha um lugar com circulação de ar e que bata sol (principalmente pela manhã). Sacadas de apartamentos ou muros dos quintais costumam ser ideais.
  2. Prepare os vasos – É preciso escolher uma boa terra orgânica com pH6 e misturá-la com partes de areia, para que não fique muito encharcada. Existem muitos nutrientes prontos no mercado, mas o ideal é nutrir a terra com folhas e cascas de ovos e de legumes (se puder criar uma minicomposteira, melhor!).
  3. Escolha as plantas – Leve em consideração o espaço disponível e o gosto alimentar da sua família. Em geral, hortaliças folhosas (alface, rúcula, couve etc.), temperos (alecrim, manjericão, orégano, salsa, hortelã etc.) e frutos (abobrinha, tomate, pepino etc.) demandam poucos cuidados extras.
  4. Plante – Cubra os vasos (ou floreiras) com terra – 15 cm de profundidade – e deixe em torno de 20 cm de distância entre as mudas/ sementes.
  5. Regue – É importante que o vaso tenha escoamento para a terra não encharcar. Argila expandida e pedaços de madeira são boas opções.
  6. Manutenção – Para evitar ervas daninhas, a solução é cobrir a terra com folhas secas. Fungos e outras pragas podem ser combatidos com soluções caseiras (com sabão de coco, fumo, pimenta, agave, cebola, dependendo do caso).
  7. Colha – O tempo de colheita depende de cada vegetal. Temperos plantados em mudas costumam brotar rapidamente. Prefira colher nas horas menos quentes do dia, para evitar que a planta perca muita água.

Muitas hortaliças são perenes, ou seja, você não precisará se preocupar com o replantio. Com o tempo, você vai conhecendo melhor suas plantas, sabendo qual a melhor forma de lidar com elas. Aproveite para experimentar novos sabores, curtir o tempo de cuidado, de silêncio e de crescimento das plantas como um momento de cuidar de si mesmo.

 

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